quinta-feira, 12 de abril de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A santíssima trindade

Uns são maçons, outros são da opus dei e outros são políticos. Há alguns que até devem ser os três, apesar das contradições.
Não seria possível um destes senhores usar a(s) sua(s) rede(s) e exercer umas influenciazitas para eu arranjar trabalho? Estou farta de enviar o Curriculum Vitae e de nem para uma entrevista ser contactada. 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Viva 2012!

O meu amigo John Terry deu-me uma informação curiosa relativamente aos anos bissextos (que é o caso de 2012).  O que eu sabia em relação ao assunto era que de 4 em 4 anos, Fevereiro tinha mais um dia. Mas a coisa não é assim tão simples e, mais uma vez, se comprova que toda a regra tem excepção (no caso ajustes) e o nosso calendário gregoriano tem as seguintes correcções:
·         De 100 em 100 anos não é ano bissexto (1700, 1800, 1900, 2100 e 2200 não são anos bissextos)
·         De 400 em 400 anos é ano bissexto (1600, 2000 e 2400 são anos bissextos)

E esta, hein?

lagartame

O meu Príncipe, há uns tempos atrás, durante um momento de descontracção no trabalho e em resposta jocosa a um e-mail foleiroso sobre os adeptos do Benfica, definiu, assim, o típico sportinguista:
 “ É, tem de ser e será, inexoravelmente, anti benfiquista. De outra forma arrisca-se a ser uma pessoa razoável que imparcialmente gosta de futebol. Ora isso é um género de benfiquismo e, consequentemente, mal visto na óptica da maralha lagarta. Assim, o lagartame :
(...)
iii) é exemplar da fina-flor caucasóide, é inteligente exigente porque  gosta de Formula 1, usa  relógios TAG , pulseiras de couro com logo de marca e camisas da Sacoor com um rato gigantesco, vai ao Estoril Open mesmo q não perceba nada de ténis, quando vai de férias para o Algarve tem que ser em Vilamoura e ir ao bar 7, o seu desporto de eleição é vela e em geral é simplesmente melhor e superior a qualquer um dos mortais e portanto, para mitigar qualquer tresmalhada dúvida quanto a isso, nem pensar ser visto nas bancadas de clubes que possam ser  frequentadas por pessoas provenientes de países lusófonos ou emigrantes que, estereotipadamente, cometam o suicídio social de gostar de musica nacional;
iv) quer formar um partido (muito) à direita e precisa de gente de idênticos ideais e de preferência  que confirmem a alínea supra indicada;
v) gosta de cantar versões efeminadas de músicas de Frank Sinatra  em coro.”
Depois da notícia avançada pelo Público de que o Sporting Clube de Portugal forrou o acesso ao balneário com imagens que exaltam a violência, conotadas com símbolos da extrema-direita, esta brincadeirinha começa a ganhar uns contornos sinistros de realidade.

Barça: O Tédio Perfeccionista

O Barcelona ganhou recentemente por 4-0 ao Santos no Mundial de Clubes. As declarações de humildade e conformismo do pessoal do Santos tiveram o seu expoente máximo nas palavras da estrela da companhia, Neymar, que, literalmente, teve de baixar a crista e constatar que o Barcelona lhes ensinou como se joga futebol.
O futebol do Barça é mundialmente apreciado e elogiado e o nosso guru da bola, Luís Freitas Lobo, diz mesmo que “Ver jogar o Barcelona é ver jogar uma das melhores equipas de sempre da história do futebol mundial. É um poema em forma de futebol. É uma equipa que é elogiada, sobretudo, pela sua capacidade de posse de bola. Tem uma posse construtiva, apoiada, paciente. A bola é apresentada a todos os pedacinhos de relva ao longo do campo. Tem jogadores que se entendem um com os outros de forma fantástica”.
Acontece, porém, que o tiki taka infernal do Barça é, na minha erudita opinião de leiga, cansativo, exasperante, enfadonho. É chato. Aquilo que para uns é poesia para mim é uma sessão de bocejos. Um jogo da liga italiana consegue ter mais atractivos que ver jogar o Barça.
Alguém já chamou ao futebol do Barça “um tédio perfeccionista” e acho que não podia ser melhor apelidado.
Os poucos que partilham da minha opinião (dei me ao trabalho de googlar à procura de opiniões coincidentes com a minha) são proscritos pela restante comunidade futeboleira. Depois de se dizer que o futebol do Barcelona é chato nunca mais se poderá aspirar a ser levado a sério, somos logo arrumados com um “não percebes nada de bola”. Eu prefiro acreditar que aquela manifestação da arte do futebol, apesar de criar emoções esteticamente apetecíveis para uns, não encaixa nos meus juízos de gosto.




sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O mais, melhor, bom do Mundo!

O meu namorado é o mais, melhor, bom que existe.
É bonito, e não é só dos meus olhos cada dia mais apaixonados! Faz mesmo parte do restrito grupo de homens bonitos que existe no mundo. É trigueiro, com aquelas cores tão portuguesas, tem uns olhos grandes, pestanudos, castanhos, com toda a sinceridade e calor que só aqueles olhos castanhos transmitem. A boca é larga e bem desenhada. Não se ri com facilidade mas quando acontece, aparecem duas perfeitas fileiras de dentinhos brancos e o mundo torna-se um lugar confortável. O nariz é aquilino o que lhe dá um ar profundamente másculo e romano. É alto e musculado e cheira tão bem que dá vontade de comer, primeiro debicando e depois, assim, mesmo à fartazana!
Mas, ele é muito mais bonito por dentro e tenho pena de não ter a proficiência e o talento para descrever a boa pessoa que é sem recorrer a lugares-comuns.
Pressentindo que ando meia xonó com as circunstâncias da vida enviou-me dois livros pelo correio para alegrar o meu dia e me fazer sentir que está aqui, ao pé de mim. 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Tenham cuidado ele é perigoso, ele é Óscar Tacuara Cardozo!

Ao contrário da restante massa adepta do Benfica, eu gosto do Cardozo e fiquei muito feliz por ontem ter voltado à titularidade e calado (momentaneamente) os seus muitos detractores.
Sim, porque quem diz mal do Cardozo não se cala nunca. Por mais golos que marque, o pobre Óscar nunca vai satisfazer os adeptos e a comunicação social porque "é lento", "perde bolas", "não contribui para a dinâmica atacante da equipa" e, cheira-me, tem uma qualquer carga kármica que faz com que todos se achem no direito de o achincalhar.
Mas é o avançado estrangeiro com mais golos com a camisola do Benfica, é só aquele que rende, em média, 25 golos por época.
Não tem a rapidez do Nolito, não tem o controlo de bola e a visão de jogo do Aimar ( quem tem?), mas faz o que os outros não fazem. Marca, proficuamente.
E eu, que sou uma benfiquista dos sete costados, envergonho-me dos adeptos que vão ao estádio e o assobiam (excepção seja feita à claque que me parece serem os únicos com bom-senso). 
Há muito que desconfio que o público da Luz não é exigente como ufanamente se auto proclama. Se fosse exigente o tratamento que injustamente dá ao Cardozo teria que dar, justamente, ao Gaitán, ao Emerson, ao Bruno César, ao Ruben Amorim, ao Miguel Vitor e, até, pasme-se!, ao Saviola ou já tinha feito pressão para destituir de capitão de equipa um jogador que todos os anos diz que quer sair do clube.
Felizmente o Jorge Jesus tem mais juizinho que os adeptos e sabe que é tudo muito bonito, muita nota artística, mas que um clube de futebol vive de vitórias e que para isso é preciso que alguém marque golos.